Mostrando postagens com marcador Além da Imaginação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Além da Imaginação. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de março de 2016

MARÍLIA PÊRA " Obituário da Fama " Grande atriz


Atriz / Cantora / Diretora Teatral Marília Marzullo Pêra, mais conhecida como "Marília Pêra" foi um grande atriz, cantora e diretora teatral brasileira, mais lembrada pelo público e fãs por suas inúmeras participações em novelas para a televisão, peças de teatro e filmes. Natural do bairro carioca de Rio Comprido, e e filha dos atores Manuel Pêra e Dinorah Marzullo, Marília conviveu desde cedo com os bastidores da Atlântida, a histórica produtora de comédias localizada no Rio. Sua primeira entrada em cena aconteceu quando ainda era bebê, fazendo figuração numa peça. Aos quatro anos de idade, ela atuou com os pais no espetáculo "Medeia". Entre os 14 e os 21 anos, Marília atuou como bailarina em musicais. Quando tinha 18, viajou por Brasil e Portugal com a peça "Society em baby-doll". Outro destaque foi "Como vencer na vida sem fazer força", trabalhando ao lado de Procópio Ferreira, Moacyr Franco e Berta Loran. Antes dos 20 anos já havia atuado com Bibi Ferreira (na montagem de "Minha Querida Lady", de 1962) e interpretado Carmen Miranda (na biografia de Lamartine Babo "O Teu Cabelo Não Nega", de 1963), papel que repetiria algumas vezes em sua carreira. Nessa mesma época participava de um programa semanal de balé na TV Tupi – onde seus pais costumavam trabalhar. Casou-se aos 16 anos, em 1959, com o ator Paulo Graça Mello – que a motivaria a mudar o nome para Marília Pêra da Graça Mello. O casamento durou pouco: a atriz já estava separada quando, em 1965, integrou o elenco que inauguraria a TV Globo, protagonizando as novelas Rosinha do Sobrado e Padre Tião, ambas de Moisés Weltman. Nos primórdios da emissora ainda atuou em A Moreninha, adaptação do romance de Joaquim Manuel de Macedo escrita por seu ex-sogro, Graça Mello, que era diretor da emissora. Marília Pêra casou-se pela primeira vez aos dezessete anos, com o músico Paulo Graça Mello, morto num acidente de carro em 1969. Aos dezoito, foi mãe do também ator Ricardo Graça Mello. Mais tarde, foi casada com o ator Paulo Villaça, seu parceiro em "Fala Baixo Senão Eu Grito", e com Nelson Motta, com quem teve as filhas Esperança e Nina. Era casada, desde 1998, com o economista carioca Bruno Faria. Marília era irmã da atriz Sandra Pêra, neta da atriz Antônia Marzullo e sobrinha do ator Abel Pêra. No teatro, sua carreira ganhou fôlego no fim da década de 1960, quando esteve, entre outras, em "Se Correr o Bicho Pega", de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar, "A Ópera dos Três Vinténs", de Bertold Brecht e Kurt Weill, "A Megera Domada", de William Shakespeare, "O Barbeiro de Sevilha", de Beaumarchais, e "Roda Viva", de Chico Buarque. A volta à Globo se deu em 1971, a convite de Daniel Filho, para contracenar com Francisco Cuoco na novela "O Cafona" – quando interpretou Shirley Sexy, personagem que lhe deu grande popularidade. Um pouquinho antes, em 1968, ela fizera "Beto Rockfeller", na TV Tupi, novela que é considerada um marco da teledramaturgia brasileira. A famosa atriz emendaria dezenas de produções nas décadas seguintes, interpretando da taxista Noeli, da novela "Bandeira 2" (1971), de Dias Gomes, à interesseira Milu, de "Cobras & Lagartos" (2006), de João Emanuel Carneiro. No cinema Marília Pêra estreou em 1968, pelas mãos do diretor Eduardo Coutinho, que a escalou para fazer "O Homem que Roubou o Mundo".

domingo, 12 de julho de 2015

A MALDIÇÃO DA PRINCESA AMEN-RA Além da Imaginação.


"Sabe-se que os antigos Egípcios possuiam conhecimentos astronômicos, científicos e outros muito avançados para sua época, chegando a realizar proezas de engenharia impossíveis naquele tempo, como a construção das pirâmides. Uma de suas tradições mais conhecidas e praticadas na época, era a do embalsamar os mortos e colocá-los em sarcófagos, pois imaginavam que os falecidos poderiam retornar à vida em uma época futura. Para proteger seus mortos, principalmente os mais importantes, realizavam rituais secretos, onde diz-se a lenda, proferiam maldições para quem violasse as tumbas e principalmente os sarcófagos dos falecidos! Mas seria somente uma lenda?" ================================================================================= Uma figura importante da época Egípcia, foi a Princesa "Amen-Ra", sacerdotisa de "Amon-Ra", e que viveu por volta de 1500 aC no antigo Egito. Quando ela morreu foi embalsamdada, colocada em um belo sarcófago de madeira, e enterrada em uma cripta em Luxor, ao longo das margens do rio Nilo no Egito [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 25°41'32.62"N, 32°38'4.40"E]. Mais de três mil anos depois, no final do ano de 1890, quatro jovens ricos de Inglaterra visitaram as escavações que estavam sendo feita em Luxor. Chegando no local puderam contemplar o belo sarcófago da princesa, o qual havia recentemente sido recolhido da câmara mortuária, onde repousou por mais de 3000 anos. Fascinados pela macabra raridade, todos quiseram comprá-lo, mas um deles fez uma oferta muito alta, que os outros não puderam cobrir, sendo então o novo proprietário do sarcófago. Após a compra, o novo dono pediu para alguns nativos locais transferiram o sarcófago para o hotel onde ele e seus companheiros estavam hospedados. Horas mais tarde, o novo proprietário do sarcófago saiu sozinho nas areias do deserto e desapareceu e não nunca mais foi visto. No dia seguinte, um de seus três companheiros perdeu um braço depois de ser acidentalmente ferido por um disparo de arma de fogo feito por um dos seus servos egípcios. A maldição atacou também os outros dois que restaram quando retornaram para a Inglaterra. Um descobriu que suas economias haviam desaparecido, e o outro ficou inválido devido à uma doença grave e terminou seus dias vendendo fósforos na rua. Posteriormente, após a série de infortúnios, o caixão chegou à Inglaterra deixando um rastro de tragédias. O sarcófago então foi vendido novamente, e seu novo proprietário, um empresário, seria mais uma vítima da cadeia de acontecimento estranhos e assustadores que acompanhou a múmia em sua tragetória: - três de seus parentes ficaram feridos em um acidente de carro e sua casa foi queimada em um incêndio. O empresário, assustado com o que tinha acontecido, bem como com as história que havia ouvido a respeito do sarcófago com a múmia de Amen-Ra, doou a peça ao Museu Britânico. Mas a maldição que acompanhava a múmia em seu sarcófago, atingiu também o seu transporte para o museu. O caminhão que carregava o sarcófago, de forma misteriosa, se colocou em movimento sozinho, e atrapelou um pedestre. Além disso, um dos transportadores quebrou uma perna e o outro morreu poucos dias depois atingido por uma doença desconhecida. Os problemas foram agravados quando o sarcófago foi colocado na sala egípcia do museu: - os guardas do museu ouviram pancadas e gemidos vindos de dentro do sarcófago, e ao mesmo tempo outras peças do local se moveram sem causa aparente. - um guarda noturno foi encontrado morto de forma misteriosa no trajeto de sua ronda no museu e os outros vigilantes abandonaram o trabalho. - toda a equipe de limpeza do museu se recusou a trabalhar no local onde estava o sarcófago, com medo dos inexplicáveis e assustadores acontecimentos. Então após tantas tragédias e acontecimentos assustadores, finalmente foi decidido transportar o sarcófago para o porão do museu para evitar maiores problemas, mas não funcionou. Um dos conservadores do museu morreu sem motivo aparente e seu auxiliar foi internado devido a uma doença grave. Depois de tantos acontecimentos, a imprensa começou a divulgar para o público a maldição que acompanhou o sarcófago. Então um repórter tirou uma foto do sarcófago. Quando a foto foi revelada, apareceu um rosto humano horrível em vez do rosto pacífico e belamente pintado na madeira do sarcófago. Diz-se que depois de olhar para a imagem por um tempo, o fotógrafo foi para casa e se matou. Finalmente, o Museu Britânico decidiu "se livrar" do sarcófago com a Princesa "Amem-Ra". Um colecionador o comprou, e depois de novos acontecimentos de mortes e desgraças, o trancou no sótão e procurou ajuda. O pedido de ajuda feito pelo cavaleiro assustado foi atendido por Madame Helena Blavatsky, uma autoridade sobre o mundo do ocultismo do início do século XX. Quando Madame Hela entrou na casa, sentiu imediatamente uma presença maligna que se emanava do sótão, onde sem ela saber, estava o sarcófago com a múmia da princesa. Ela então não concordou com a idéia da realização de um exorcismo no local, e implorou a seu proprietário para se livrar do sarcófago urgentemente. Mas quem, na Inglaterra, iria querer comprar um sarcófago com uma múmia, e ainda após tantos acontecimentos trágicos, indicando a existência de uma maldição que acompanhava a todos aqueles que adquirissem aquilo? Ninguém. Felizmente, fora do país surgiu um comprador interessado: um arqueólogo norte americano que atribuía todos aqueles infortúnios que aconteceram à uma série de coincidências, nada mais que isso. Então após as tratativas, para felicidade do antigo proprietário, o sarcófago com a múmia da princesa "Amen-Ra" foi preparado para ser enviado à Nova York (EUA). Na noite de 10 de abril de 1912, o antigo proprietário entregou os restos de princesa de "Amen-Ra" em um grande navio, o qual estava prestes a cruzar o Oceano Atlântico com 2.224 passageiros a bordo: um transatlântico da clase Olympic, batizado com o nome de RMS TITANIC.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

ROBERTO GÓMEZ BOLAÑOS [CHESPIRITO / CHAVES]


[21 / 02 / 1929 <==> 28 / 11 / 2014] Roberto Gómez Bolaños foi um famoso aor e humorista Mexicano, o qual é mais lemrado pelos seus fãs espalhados por todo o planeta, como "Chespirito" (no exterior) e como "Chaves" (no Brasil). Roberto Goméz nasceu na cidade de Cancún no Méximo, tendo como pais a secretária bilíngue Elsa Bolaños Cacho e seu pai o pintor, cartunista e ilustrador Francisco Gómez Linares. Roberto Goméz Bolaños se formou em engenharia elétrica na Universidade Nacional Autônoma do México, mas nunca exerceu a profissão. Começou sua carreira como escritor criativo, através do rádio e televisão durante a década de 1950, quando começou a escrever roteiros para programas da dupla "Viruta e Capulina" (Marco Antonio Campos e Gaspar Henaine). Também fez vários roteiros de cinema e começou a representar como ator em 1960, no filme "Dos Criados Malcriados". No entanto, continuou a dedicar a maior parte de seu tempo a escrever, contribuindo para o diálogo de scripts e filmes de televisão mexicana. "Chespirito" é a forma diminutiva e castelhanizada do vocábulo inglês Shakespeare (Chekspir). Tal apelido foi dado a Bolaños pelo diretor de cinema Agustín P. Delgado, que o considerava um pequeno William Shakespeare, capaz de escrever histórias tão prolíficas e versáteis quanto o autor inglês. Roberto ganhou este apelido quando escreveu o roteiro para o filme "Los Legionarios", primeiro filme em que Chespirito trabalhou. Em 1968, começaram as transmissões Independentes de Televisão no México e Chespirito foi chamado como escritor para a realização de um programa com duração de meia hora. E assim, nasceu "Los Supergenios de la Mesa Cuadrada". Ao lado de Chespirito, contracenavam Ramón Valdés, Rubén Aguirre e María Antonieta de las Nieves. Em 1970, o programa teve sua duração aumentada. Nessa época, surge o "Chapolin Colorado", um herói atrapalhado. Um ano depois, foi criado o personagem que se tornaria o maior sucesso de Bolaños, "El Chavo del Ocho", ou no Brasil: "Chaves". Ambos os personagens funcionaram tão bem que as sketches se tornaram séries independentes de 30 minutos de duração em 1973 após o fim do Programa Chespirito. Apesar de ser mais conhecido pelos papéis Chaves e Chapolin, Chespirito também foi autor de vários personagens, como "Chompiras", "Dr. Chapatin", "Vicente Chambon" e "Chaparrón Bonaparte". Por causa de seus roteiros recorrentes, os programas se tornaram sucesso em todo o mundo, graças a simpatia de Roberto Gómez Bolaños e do grupo de atores em distintas épocas formado por Carlos Villagrán, Ramón Valdés, Florinda Meza, Rubén Aguirre, Édgar Vivar, Angelines Fernandez, Raúl Padilla, Horacio Gómez Bolaños e María Antonieta de las Nieves, que também encontraram a fama internacional. Em 1980, seus sketches criaram um programa de uma hora semanal chamado de "Programa Chespirito", o qual permaneceu no ar até o ano de 1995. Chespirito também estrelou em filmes mexicanos, escritos e realizados por ele mesmo como "El Chanfle" e "El Chanfle 2", "Don Ratón e Don Ratero", "Charrito" e "Música de Viento". Em 1992 Bolaños recebeu o "Prêmio de Literatura da Sociedade Geral de Escritores do México" pelo roteiro da peça "La Reina Madre". Em 2000, a rede de televisão mexicana Televisa homenageou todo o elenco dos seriados "Chaves", "Chapolin" e "Chespirito" com o programa "¡No contaban con mi astucia!", ano em que o seriado completava 30 anos. Em 12 de novembro de 2009, Chespirito foi internado em estado grave na emergência de um hospital na Cidade do México. De acordo com declarações de seu filho Roberto Gómez Fernandez, Chespirito teve uma complicação da próstata, e teve de fazer uma cirurgia. Em 28 de maio de 2011, Chespirito abriu sua conta no Twitter chegando em menos de um dia mais de 170.000 seguidores e no segundo dia um total de 250.000 seguidores. Em 2012, um evento denominado "América celebra a Chespirito" em comemoração aos quarenta anos de carreira do ator foi programado para ocorrer em 17 países, entre eles Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Equador, Estados Unidos, México, Peru e Nicarágua. No dia 20 de novembro de 2013, Bolaños foi condecorado com o Premio "Ondas Iberoamericano" pela trajetória destacada na televisão mundial. Bolaños casou-se pela primeira vez com Graciela Fernández Pierre, falecida em 26 de agosto de 2013. Tiveram os filhos Paulina, Graciela, Marcela, Teresa, Cecília e Roberto. O casamento durou de 1958 a 1977. Depois de 27 anos convivendo com Florinda Meza, a atriz que interpretava a maioria dos personagens femininos inclusive a "Dona Florinda" da série "Chaves", Bolaños casou-se com ela, no dia 19 de novembro de 2004, e comemorou com uma grande festa em um restaurante da Cidade do México. Ele teve 6 filhos do primeiro casamento, mas nenhum com Florinda, por ter feito anteriormente uma vasectomia. Roberto Gómez Bolaños faleceu em Cancún, onde morava nos últimos anos de sua vida, às 14:30 (horário local) de 28 de novembro de 2014,devido à uma parada cardíaca. A notícia foi divulgada pouco tempo depois por dois dos grandes veículos de comunicação do México: a CNN México, que foi o primeiro deles; e pouco tempo depois pela Televisa, emissora onde Bolaños trabalhou por muitos anos de sua carreira. Mesmo assim a causa ainda não havia sido confirmada de imediato. Ele estava com sua esposa, Florinda Meza no momento de sua morte. O comediante sofria de problemas respiratórios crônicos e tinha mobilidade reduzida. No dia 29 de novembro o caixão com o corpo de Roberto Goméz Bolaños foi transportado por um avião comercial da cidade de Cancún, onde faleceu, para a sede da Televisa na Cidade do México. A morte de Roberto Goméz Bolaños se tornou um dos mais comentados do mundo, especialmente na América Latina. No México, após o anúncio da morte de Bolaños pela própria Televisa em suas emissoras, a rede passou a exibir um especial em homenagem ao ator, intitulado "Chespirito gracias por siempre", sendo a transmissão feita em streaming através do site da emissora. No sábado, 29 de novembro o corpo de Bolaõs foi velado no estádio Azteca na Cidade do Mèxico, onde estavam presentes cerca de 40 mil pessoas. No dia 1 de dezembro de 2014, o corpo de Roberto Gómez Bolaños foi enterrado no cemitério Panteón Francés, na Cidade do México. ========================================== Curiosidade: Segundo comentários em diversas reportagens dos próprios atores que trabalharam junto com Bolaños tanto na série "Chaves", como também em outras, após o término da série "Chaves", Roberto Goméz Bolaños ficou 22 anos brigando com os personagens Quico (Carlos Villagrán) e Chiquinha (Maria Antonieta de Las Nieves) pelos direitos autorais de seus personagens. Com Carlos, em especial, houve ciúmes decorrentes de um triângulo amoroso vivido nos anos 70 entre eles e a dona Florinda (Florinda Meza), viúva de Bolãnos. O elenco afirmava que, apesar de ser muito criativo, ele era extremante ciumento e um tanto "mesquinho", tanto que não permitia romances entre os colegas para não interferir na propaganda de seus programas. E mais: não deixava que os atores usassem seus personagens fora dos contratos assinados por ele. Depois que Carlos Villagrám mudou o nome de Quico para Kiko, pôde usar o garoto bochechudo para realizar seus trabalhos solo. Maria Antonieta aproveitou-se de um esquecimento na renovação dos direitos autorais para registrar a menina Chiquinha. Por isso, Roberto nunca mais falou com eles e, inclusive, espalhou para várias emissoras mexicanas que os dois “têm baixo uso intelectual”. ========================================== Causa da Morte: Roberto Gomez Bolanos (Chespirito / Chaves] faleceu às 14:30' de 28/11/2014 aos 85 anos de idade de insuficiência cardíaca em sua residência na cidade de Cancun no México. Sepultamento: O Corpo de Roberto Gomez Bolanos (Chespirito / Chaves] foi velado por cerca de 40 mil pessoas no estádio Azteca, na Cidade do México, sendo seu corpo enterrado no Cemitério Panteón Francés de la Piedade, também na cidade do México (México). Endereço: Eje 1 - Pte. Av. Cuauhtémoc, D.F., México. Coordenadas GPS (Latitude / Longitude) (Cemitério): [19°24'18.84"N / 99° 9'12.61"W] [Clique nas Coordenadas acima para acessá-las no Google Maps!] __________________________________________________________ Nota: [Zelamos pela qualidade e precisão das informações contidas nas Mini Biográfias publicadas, no entanto falhas podem ocorrer, sendo que neste caso solicitamos que possíveis erros existentes nessa Mini Biografia, bem como para complementar informações e dados que possam melhorar o artigo, sejam comunicados através do e-mail: assombracoes@gmail.com]. __________________________________________________________ Biografia de Chaves

domingo, 16 de fevereiro de 2014

CAZUZA "Obituário da Fama."


Cantor e Compositor [04 / 04 / 1958 <==> 07 / 07 / 1990] Cazuza, nascido na cidade do Rio de Janeiro, RJ - Brasil, em 4 de abril de 1958 com o nome Agenor de Miranda Araújo Neto foi um cantor e compositor brasileiro que ganhou fama como vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho. Sua parceria com Roberto Frejat foi criticamente aclamada. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão "Todo Amor Que Houver Nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Bilhetinho Azul". Cazuza tornou-se um dos ícones da música brasileira da década de 1980. Dentre seus sucessos musicais em carreira solo, destacam-se "Exagerado", "Codinome Beija-Flor", "Ideologia", "Brasil", "Faz Parte Do Meu Show", "O Tempo Não Pára" e "O Nosso Amor A Gente Inventa". Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989 declarou ser soropositivo (portador do vírus da AIDS) e sucumbiu à doença em 1990, no Rio de Janeiro. Também reconhecido pela sua inconfundível voz, ao lado de Raul Seixas e Renato Russo, é considerada uma das melhores vozes da música brasileira. Filho de João Araújo, produtor fonográfico, e de Lucinha Araújo, Cazuza recebeu o apelido mesmo antes do nascimento. Agenor, seu verdadeiro nome foi recebido por insistência da avó paterna. Na infância, Cazuza nem sequer sabia seu nome de batismo, por isso não respondia à chamada na escola. Só mais tarde, quando descobre que um dos compositores prediletos, Cartola, também se chamava Agenor (na verdade, Angenor, por um erro do cartório), é que Cazuza começa a aceitar o nome. Cazuza sempre teve contato com a música. Influenciado desde pequeno pelos grandes nome da música brasileira, ele tinha preferência pelas canções dramáticas e melancólicas, como as de Cartola, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Noel Rosa, Maysa e Dalva de Oliveira. Era também grande fã da roqueira Rita Lee, para quem chegou a compor a letra da canção "Perto do fogo", que Rita musicou. Cazuza cresceu no bairro do Leblon e estudou no Colégio Santo Inácio até mudar para o Colégio Anglo-Americano, para evitar reprovação. Como os pais às vezes saíam à noite, o filho único ficava na companhia da avó materna, Alice. Por volta de 1965, ele começou a escrever letras e poemas, que mostrava à avó. Graças ao ambiente profissional do pai, Cazuza cresceu em volta dos maiores nomes da Música Popular Brasileira, como Caetano Veloso, Elis Regina, Gal Costa, Gilberto Gil, João Gilberto, Novos Baianos, entre outros. A mãe, Lucinha Araújo, também cantava e gravou três discos. Em 1972, tirando férias em Londres, Cazuza conhece as canções de Janis Joplin, Led Zeppelin e Rolling Stones, e logo tornou-se um grande fã. Por causa da promessa do pai, que disse que lhe presentearia com um carro caso ele passasse no vestibular, Cazuza foi aprovado em Comunicação em 1976, mas desistiu do curso três semanas depois. Mais tarde começou a frequentar o Baixo Leblon, onde levou uma vida boêmia. Assim, João Araújo criou um emprego para ele na gravadora Som Livre, da qual ainda é presidente. Na Som Livre, Cazuza trabalhou no departamento artístico, onde fez triagem de fitas de novos cantores. Logo depois trabalhou na assessoria de imprensa, onde escreveu releases para divulgar os artistas. No final de 1979 ele fez um curso de fotografia na Universidade de Berkeley, em São Francisco, Estados Unidos. Lá descobriu a literatura da Geração Beat, os chamados poetas malditos, que mais tarde teria grande influência na carreira. Em 1980 ele retornou ao Rio de Janeiro, onde ingressou no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone no Circo Voador. Foi nessa época que Cazuza cantou em público pela primeira vez. O cantor e compositor Léo Jaime, convidado para integrar uma nova banda de rock de garagem que se formava no bairro carioca do Rio Comprido não aceitou, mas indicou Cazuza aos vocais. Daqueles ensaios na casa do tecladista Maurício Barros, nasceu o Barão Vermelho. Em fevereiro de 1989, Cazuza declara publicamente que era soropositivo, ajudando assim a criar consciência em relação à doença e aos efeitos dela. Cazuza comparece na cerimônia do Prêmio Sharp de cadeira de rodas, onde recebe os prêmios de melhor canção para "Brasil" e melhor álbum para Ideologia. Burguesia (1989) foi gravado com o cantor numa cadeira de rodas e com a voz nitidamente enfraquecida. É um álbum duplo de conceito dual, sendo o primeiro disco com canções de rock brasileiro e o segundo com canções de MPB. Burguesia é o último disco gravado por Cazuza e vendeu 250 mil cópias. Cazuza recebeu o Prêmio Sharp póstumo de melhor canção com "Cobaias de Deus". Em outubro de 1989, depois de quatro meses a base de um tratamento alternativo em São Paulo, Cazuza parte novamente para Boston, onde ficou internado até março de 1990 voltando assim para o Rio de Janeiro. No dia 7 de julho de 1990, Cazuza morre aos 32 anos por um choque séptico causado pela AIDS. No enterro compareceram mais de mil pessoas, entre parentes, amigos e fãs. O caixão, coberto de flores e lacrado, foi levado à sepultura pelos ex-companheiros do Barão Vermelho. Cazuza foi enterrado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. Causa da Morte: Cazuza faleceu no dia 07 de julho de 1990, aos 32 anos, devido à complicações provocadas pelo vírus da AIDS. Sepultamento: Cemitério São João Batista. Rua General Polidoro, s/n - Botafogo. Cidade do Rio de Janeiro - RJ - Brasil. Coordenadas GPS (Latitude / Longitude): [22°57'32.18"S / 43°11'16.92"W] [Clique nas Coordenadas acima para acessá-las no Google Maps!] ________________________________________

domingo, 30 de junho de 2013

Honda inicia produção do primeiro carro a água | Automóvel a Hidrogénio.


primeiro automóvel produzido para o comércio movido a hidrogénio irá estar disponível no mercado a partir do mês que vem. A fabricante japonesa de automóveis Honda começou a produzir nesta segunda-feira os primeiros carros movidos a hidrogênio para serem vendidos no mercado americano em julho, e a partir de setembro no Japão. O carro para quatro pessoas, é movido a hidrogênio e eletricidade, emitindo apenas vapor d’água pelo tubo de escape! O fx clarity, nome do primeiro carro a hidrogénio, oferece 3 vezes mais eficiencia energética do que os carros movidos a gasolina. A Honda vai fabricar 200 automóveis a água nos proximos 3 anos, e irá vendeêlos a leasing. O carro a água será vendido por 600$ dolares por mês durante 3 anos, com seguro e manutenção incluidos. O maior problema, para não termos carros a hidrogénio em larga escala, é a falta do postos de abastecimento com hidrogénio. Uma das maiores dificuldades para o uso em larga escala dos carros movidos a hidrogênio é a falta de postos de abastecimento.

domingo, 28 de abril de 2013

DANIELLA PEREZ . Atriz . Obituário da Fama.


Atriz [11 / 08 /1970 <==> 28 / 12 / 1992] *** No Mês de Dezembro de 2012 fez 20 Anos sem Daniella Perez. Da Beleza e Graça, só ficaram as Saudades *** Daniella Perez (Rio de Janeiro, 11 de agosto de 1970 — Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 1992) foi uma jovem e linda atriz brasileira, filha da autora de telenovelas Glória Perez, lembrada pelo público e fãs pela sua participação em novelas televisivas, e também devido ao seu brutal assassinato realizado por Guilherme de Pádua e sua esposa na época, Paula Thomaz. Daniella Perez nasceu na cidae do Rio de Janeiro, e era filha da famosa escritora de telenovelas, Glória Perez e era casada com o também ator Raul Gazolla. Daniella Perez participou de poucas novelas, devido à interrupção de sua carreira causada por um crime brutal, frio e calculista. Com 19 anos, participou no ano de 1989 da novela Kananga do Japão, na qual interpretava a personagem Eduarda. Em 1990 interpretou Clô na novela Barriga de Aluguel. Já em 1991 atuou na novela O dono do mundo como a personagem Yara e em 1992 na novela De corpo e alma como a personagem Yasmin Bianchi. A novela De corpo e alma foi a ultima novela em que atuou, sendo assassinada neste ano antes do seu término. Daniella tinha 22 anos quando foi assassinada pelo colega de trabalho, o ex-ator Guilherme de Pádua, e por sua mulher Paula Nogueira Thomaz, que a emboscaram e a mataram com 18 golpes de punhal. O crime foi motivado pela ambição de Guilherme de Pádua, quando acreditou que Gloria Perez estivesse diminuindo seu papel na novela De Corpo e Alma, onde contracenava com Daniella. Causou muita indignação à população brasileira o fato do casal de assassinos, poucas horas depois de atirar o corpo de Daniella em um matagal, ter ido abraçar e prestar solidariedade à família de Daniella, inclusive chegando à delegacia no próprio carro utilizado no crime, onde começaram à apunhalar a vítima. Julgados e condenados por homicídio duplamente qualificado, com motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima, os dois cumpriram apenas seis dos 19 anos a que foram condenados. A indignação popular que se seguiu a esse episódio resultou na alteração da legislação penal, graças aos esforços da mãe de Daniella, Glória Perez, que encabeçou uma campanha de assinaturas e conseguiu fazer passar a primeira iniciativa popular de projeto de lei a se tornar lei efetiva na história do Brasil. Ainda que a mudança da lei não tenha atingido os assassinos de Daniella, a partir daí o homicídio qualificado passou a ser punido com mais rigor. Carreira: • 1989 – Kananga do Japão - Dançarina na abertura da novela; • 1990 – Barriga de Aluguel…. Clô; • 1991 – O Dono do Mundo…. Yara; • 1992 – De Corpo e Alma…. Yasmin Bianchi. Daniella Perez morreu em 28 de Dezembro de 1992 com 22 anos de idade, brutalmente e covardemente assassinada com vários golpes de tesoura em seu peito, pelo seu colega de trabalho, o também ator na época, Guilherme de Pádua (coinsiderado um psicopata) e por sua esposa na época do crime, Paula Nogueira Thomaz. Causa da Morte: Assassinato por arma contundente, através de diversos golpes em seu peito, os quais perfuraram o coração e orgãos vitais. Sepultamento: Cemitério São João Batista. R General Polidoro, s/n - Botafogo. Cidade do Rio de Janeiro - RJ - Brasil. Coordenadas GPS (Latitude / Longitude):

terça-feira, 23 de abril de 2013

RAUL SEIXAS . OBITUÁRIO DA FAMA.


Cantor / Compositor [28 / 06 /1945 <==> 21 / 08 / 1989] Raul Santos Seixas foi um famoso cantor e compositor brasileiro, frequentemente considerado um dos pioneiros do rock brasileiro. Também foi produtor musical da CBS durante sua estada no Rio de Janeiro, e por vezes é chamado de "Pai do Rock Brasileiro" e "Maluco Beleza". Sua obra musical é composta de 21 discos lançados em seus 26 anos de carreira e seu estilo musical é tradicionalmente classificado como rock e baião, e de fato conseguiu unir ambos os gêneros em músicas como "Let Me Sing, Let Me Sing". Seu álbum de estreia, Raulzito e os Panteras(1968), foi produzido quando ele integrava o grupo “Os Panteras”, mas só ganhou notoriedade crítica e de público com as músicas de Krig-ha, Bandolo! (1973), como "Ouro de Tolo", "Mosca na Sopa", "Metamorfose Ambulante". Raul Seixas adquiriu um estilo musical que o creditou de "contestador e místico", e isso se deve aos ideais que vindicou, como a Sociedade Alternativa apresentada em Gita (1974), influenciado por figuras como Aleister Crowley. Raul se interessava por filosofia (principalmente metafísica e ontologia), psicologia, história, literatura e latim, sendo que algumas crenças dessas correntes foram muito aproveitadas em sua obra, que possuía uma recepção boa ou de curiosidade por conta disso. Ele conseguiu gozar de uma audiência relativamente alta durante sua vida, e mesmo nos anos 80 continuou produzindo álbuns que venderam bem, como “Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum! (1987)” e ”A Panela do Diabo (1989)”, esse último em parceria com Marcelo Nova, e sua obra musical tem aumentado continuamente de tamanho, na medida que seus discos (principalmente álbuns póstumos) continuam a ser vendidos, tornando-o um símbolo do rock do país e um dos artistas mais cultuados e queridos entre os fãs nos últimos quarenta anos. Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone Brasil promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, cujo resultado colocou Raul Seixas figurando a posição 19ª, encabeçando nomes como Milton Nascimento, Maria Bethânia, Heitor Villa-Lobos e outros. No ano anterior, a mesma revista promoveu a Lista dos Cem Maiores Discos da Música Brasileira, onde seu “Krig-ha, Bandolo!” de 1973 atingiu a 12ª posição,[7] demonstrando que o vigor musical de Raul Seixas continua a ser considerado importante hoje em dia. As 50 apresentações pelo Brasil resultaram naquele que seria o último disco lançado em vida por Raul Seixas. O disco foi intitulado de A Panela do Diabo, que foi lançado pela Warner Music Brasil no dia 22 de agosto de 1989. Às 7:00’ da manhã de segunda-feira, 21 de Agosto de 1989, a empregada de Raul Seixas, Dalva Borges, como de costume, entrou no quarto onde Raul dormia para abrir a janela e observando, viu que o lençol o cobria até a altura do peito. Então, saiu dali para iniciar as tarefas do dia. Mas Raul não acordava e isso era incomum, pois geralmente bastava um só ruído e ele já se levantava. Preocupada, Dalva decidiu vê-lo de novo e o encontrou-o do mesmo jeito, e sem reação. Dessa forma ela julgou que talvez ele estivesse morto. Assustada, passou a mão no telefone e ligou para os amigos Marcelo Nova e Jerry Adriani. Não conseguiu encontrá-los. Tentou então o numero do parceiro José Roberto Romeira Abrahão. Ele então pediu que Dalva colocasse um espelho próximo às narinas de Raul, para ver se ainda respirava. Ela foi e voltou dizendo que não saía vapor do nariz e ele não dava sinal de vida. Junto do médico Luciano Stancka e de Marcelo Nova, Abrahão se dirigiu ao flat de Raul e lá chegando o doutor verificou que ele estava morto já havia algumas horas e deu o atestado de óbito. A notícia foi segurada até a tarde para não provocar confusão no prédio. Raul Seixas morreu com 44 anos de idade de pancreatite aguda, causada pelo excesso de bebida. O LP A Panela do Diabo vendeu 150.000 cópias, rendendo a Raul um disco de ouro póstumo, entregue à sua família e também a Marcelo Nova, tornando-se assim um dos discos de maior sucesso de sua carreira. Raul foi velado pelo resto do dia no Palácio das Convenções do Anhembi. No dia seguinte seu corpo foi levado por via aérea até Salvador e sepultado às 17 horas, no Cemitério Jardim da Saudade Causa da Morte: Pancreatite Aguda. Sepultamento: Cemitério Jardim da Saudade, Salvador, Bahia. Rua Campinas Brotas, 754 - Brotas, Salvador – BA. Coordenadas GPS (Latitude / Longitude): [12°58'53.67"S, 38°28'27.56"W] [Clique nas Coordenadas acima para acessá-las no Google Maps!] Raul Seixas Raul Seixas Túmulo de Raul Seixas Albuns de Raul Seixas

sábado, 12 de janeiro de 2013

Richard Basehart . " Obituário da Fama".


Ator [31 / 08 / 1914 <==> 17 / 09 / 1984] Richard Basehart foi um ator norte americano, o qual é mais lembrado pelos seus fãs como o Almirante "Nelson" do submarino "Seaview" da série de televisão "Voyage to the Bottom of the Sea" [no Brasil "Viagem ao Fundo Mar] (de 1964 à 1968). Richard Basehart foi descrito como um homem americano pensativo e um líder, o qual nunca alcançado o estrelato maior. Mas ele nunca quis as peças que fariam dele um superstar. Richard é descrito como "simplesmente, um ator", por seu amigo de longa data Warren Stevens. Ele só queria atuar. "Richard Bsehart não jogava o jogo" disse sua esposa, Diana. Ele era muito sério sobre sua atuação e se esforçava para acertar. Basehart também era um piadista e tinha um grande senso de humor, disse sua sogra, mencionando várias piadas que ele fez sobre ela. Ele adorava pregar peças em seus amigos. Diana também o descreveu como um "gourmet" cozinheiro. Richard também era um ativista para o tratamento humano dos animais, atovodade que até hoje sua família ainda está desenvolvendo devido à ele. Ele amava seus filhos e seus filhos o amavam. Sua filha Jenna disse: "Papai era meu melhor amigo." Nascido John Richard Basehart em 31 de agosto de 1914 em Zanesville, Ohio (EUA), Richard passou a maior parte de sua infância em um orfanato porque sua mãe morreu de complicações de parto e ele foi um dos cinco irmãos (ele tinha três irmãos, um - Robert, morreu com a idade de 9 meses, e uma irmã) de Harry Basehart, um jornalista que não poderia cuidar de crianças pequenas e fazer o seu trabalho como repórter ao mesmo tempo. Richard Basehart começou sua carreira como repórter e locutor de rádio. Seus primeiros planos eram seguir os passos de seu pai como um jornalista (seu pai era editor do jornal local de domingo THE ZANESVILLE OHIO TIMES SIGNAL), mas quando ele tinha 12 anos de idade. ele começou à trabalhar em uma empresa de logística local, sendo que aí uma carreira nasceu. Ele também trabalhou em uma empresa de água e esgotos com seu irmão e também em uma campanha política para seu tio, que se tornou prefeito. Após a formatura do colégio, ele tabalhou como repórter, e foi um ótimo repórter, tão bom que descobriu um escândalo na prefeitura que fez com que a sua parte administrativa fosse literalmente derrubada, custan do com isso até seu emprego, quando socou um detetive no rosto, o qual estava envolvido no caso. Lembrou-se da felicidade que ele teve como ator, quando tinha a idade de 24 anos e foi aceito na Filadélfia em seu famoso Teatro Hedgerow, onde em cinco anos (de 1938 até 1942), ele atuou em mais de 40 papéis de Shakespeare a Saroyan. Mas para um ator de teatro há apenas uma Meca, e depois de escrever uma carta pedindo uma chance para atuar na Broadway, então ele se mudou para Nova York, onde logo fez ali sentir a sua presença, primeiro na produção de Margaret Webster's "Counter-attack" , o que foi seguido rapidamente por papéis em "Land of Fame", "Otelo" e "Take it". Quando ouviu que o Diretor Bretaigne Windust estava procurando por um escocês autêntico para a liderança em "The Hasty Heart", Basehart se candidatou ao papél, e com isso ganhou o papel e o Prêmio de 1945 do New York Critic's Award como o ator mais promissor do ano. Seu sotaque escocês era tão bom, que na visita de um um líder de um clã escocês disse que ele se sentia dentro de um clã típico, conversando com Basehart. Isso trouxe a atenção de Hollywood, e em 1947 ele fez sua estréia no cinema em Cry Wolf. Com isso se iniciou uma carreira bem-sucedida nas telas, durando quase quatro décadas. Basehart selecionou seus papéis com cuidado e com discriminação para evitar personagens típicos que criassem um estereotipo de suas atuações. Durante sua carreira, ele fez diversos papéis, como heróis, vilões, os mentalmente perturbados, e muitos outros tipos, muitas vezes de forma robusta e forte. Além de tornar a sua aparência no palco ocasional, ele ainda estendeu seu talento atuando também em muitos filmes europeus, com o a famosa produção de Fellini "La Strada" (1954), no qual ele realizaou um ótimo desempenhocomo o "Louco". Outros papéis incluem Ismael em Moby Dick (1956) e o papel-título na peculiar em preto-e-branco de Hitler (1962). Richard Basehart também apareceu com freqüência na televisão, incluindo uma temporada longa na famosa série de televisão "Voyage to the Bottom of the Sea" [no Brasil "Viagem ao Fundo Mar] (de 1964 à 1968). Ele se casou com Stephanie Klein em 14 de janeiro de 1940, mas ela morreu de um tumor no cérebro em 28 de julho de 1950. Eles não tiveram filhos. Pouco depois, Richard conheceu Valentina Cortese, uma atriz italiana que ele conheceu enquanto fazia "The House on Telegraph Hill", com quem se casou em 24 de março de 1951. Por causa do seu casamento com Valentina, Richard viveu na Europa durante a maior parte da década de 1950. Seu casamento com Valentina resultou em uma criança, seu filho John Anthony Carmine Michael (Jack), e terminou em divórcio em 1960. Ele se casou novamente com sua última esposa, Diana Lotery em 1962. Sua primeira filha, Jenna, nasceu em 1964 e sua segunda filha, Gayla, nasceu em 1969. Eles foram felizes no casamento até que a morte de Richard Basehart, após uma sequência de vários derrames depois de narrar as cerimônias de encerramento dos Jogos Olímpicos de 1984 em Los Angeles. Ele morreu em 17 de setembro de 1984. Causa da Morte: Richard Basehart morreu em 17/09/1984 com 70 anos, devido à complicações provocadas por uma série de vários derrames cerebrais. Sepultamento: Westwood Memorial Park. Los Angeles - California - USA. Local: No menor conjunto de jazigos na parte central. Seu jazigo é o terceiro de cima para baixo à direita. Coordenadas GPS (Latitude / Longitude): [34° 3'30.25"N / 118°26'28.05"W] [Clique nas Coordenadas acima para acessá-las no Google Maps!] Richard Basehart Richard Basehart como o Almirante Nelson da série "Viagem ao Fundo do Mar" Richard Basehart como o "Almirante Nelson" junto com a tripulação do Submarino "Seaview" na série "Viagem ao Fundo do Mar" Richard Basehart como o Almirante Nelson da série "Viagem ao Fundo do Mar"

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

AUDREY HEPBURN " Obituário da Fama".


Atriz [04 / 05 / 1929 <==> 20 / 01 / 1993] Audrey Kathleen Ruston, mais conhecida internacionalmente como Audrey Hepburn, foi uma famosa e premiada atriz, modelo e humanista belga, radicada na Inglaterra e Países Baixos, eleita em 2009 a atriz de Hollywood mais bonita da história. É considerada um ícone de estilo e a terceira maior lenda feminina do cinema, de acordo com o American Film Institute. Hepburn estrelou diversos filmes, entre eles "Bonequinha de Luxo" e "A Princesa e o Plebeu", filme que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz, além de indicações ao Globo de Ouro, ao BAFTA e ao NYFCC Award. Foi a quinta artista, e a terceira mulher, a conseguir ganhar as quatro principais premiações do entretenimento norte-americano, o EGOT - acrônimo de Emmy, Grammy, Oscar e Tony. Em 08 de fevereiro de 1960, ganhou uma estrela na Calçada da fama de Hollywood, em homenagem a sua dedicação e contribuição ao cinema mundial. Nascida Audrey Kathleen Ruston, era a única filha de Joseph Anthony Ruston (um banqueiro britânico-irlandês) e Ella van Heemstra (uma baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses). Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se tornou Audrey Hepburn-Ruston. Tinha dois meio-irmãos, Alexander e Ian Quarles van Ufford, do primeiro casamento da sua mãe com um nobre holandês. Os pais de Audrey se divorciaram quando ela tinha 9 anos. Para manter a jovem afastada das brigas familiares, sua mãe enviou-a para um internato na Inglaterra, onde ela se apaixonou pela dança, aprendendo balé. Todavia, em 1939 estouraria a Segunda Guerra Mundial, e a Inglaterra declarou guerra à Alemanha. A mãe de Audrey decidiu então levá-la para viver na Holanda, país neutro que - ela imaginava - não seria invadido pelos alemães. Os protestos de Audrey não foram suficientes: a menina queria continuar na Inglaterra, mas a mãe temia que a cidade de Londres fosse bombardeada. Além disso, as viagens estavam escassas, e a baronesa temia ficar muito tempo sem ver a filha. A situação na Holanda foi bem diferente da planejada. Com a invasão nazista, a vida da família foi tomada por uma série de privações. Audrey teve muitas vezes de comer folhas de tulipa para sobreviver. Envolvida com a Resistência, muitos de seus parentes seriam mortos na sua frente. Ela participaria de espetáculos clandestinos de balé para angariar fundos e levaria mensagens secretas em suas sapatilhas. Anos mais tarde recusaria o papel de Anne Frank no cinema. Com o fim da Guerra, Audrey e sua mãe mudaram-se para a Inglaterra, onde ingressou na prestigiada escola de dança Marie Lambert. Mas sua professora foi categórica: ela era alta demais e não tinha talento suficiente para tornar-se uma bailarina prima. Desiludida, passou a trabalhar como corista e modelo fotográfica para garantir o sustento da família. Foi neste ponto que decidiu investir em outra área: a atuação. Sua estreia foi no documentário Dutch in Seven Lessons, seguido por uma série de pequenos filmes. Em 1952, viajou para a França para a gravação de Montercarlo Baby, e foi vista no saguão do hotel em que estava hospedada com o elenco pela escritora Collette. Naquele momento, Collette trabalhava com a montagem para a Broadway da peça Gigi, cujo papel-título ainda não tinha intérprete. Encantada com Audrey, decidiu que ela seria a sua Gigi. As críticas para Gigi não foram de todo favoráveis, mas era opinião geral que aquela desconhecida que interpretava o papel principal era destinada ao sucesso. Pouco tempo após o encontro com Collette, Audrey participou de uma audição para o filme "A Princesa" e "O Plebeu". Encantado com a atriz, o diretor William Wyler escalou-a para viver a Princesa Ann, dividindo a cena com Gregory Peck, que também surpreendeu-se com o talento da companheira. O sucesso da produção foi também o de Audrey. Hollywood amou-a imediatamente e a agraciou com o Oscar de Melhor Atriz. Três dias após a cerimônia do Oscar, recebeu o Tony por sua atuação em "Ondine". A peça fora uma sugestão de Mel Ferrer, por quem se apaixonaria durante a temporada na Broadway. Os dois foram apresentados por Gregory Peck em uma festa em 1954 e se casaram em setembro daquele ano. Audrey também faria Sabrina, que rendeu-lhe a segunda indicação ao Oscar. O filho de Audrey e Mel, Sean, nasceria em 1960. Mas as coisas não foram fáceis até aquele momento: Audrey sofreu diversos abortos. A atriz queria mais do que tudo ser mãe, e as gravidezes falhadas deixaram-na extremamente deprimida. Para animar a esposa, Mel sugeria que trabalhasse. Eles gravaram juntos "Guerra e Paz", e ela estrelaria três comédias-românticas (Cinderela em Paris, Amor na Tarde e A Flor que não morreu), um drama (Uma cruz a beira do abismo, que rendeu-lhe a terceira indicação ao Oscar e afastou qualquer dúvida sobre seu talento) e um faroeste (O passado não perdoa). Após um ano e meio de licença-maternidade, voltou a Hollywood para estrelar "Bonequinha de Luxo", em um papel que a transformaria em um ícone e pelo qual seria lembrada para sempre. Por viver a prostituta de luxo Holly Golightly ela receberia sua quarta indicação ao Oscar. Pouco tempo depois filmou Infâmia, Charada e Quando Paris alucina. Em 1963, recebeu o papel principal do musical "My fair lady", o da vendedora de flores Eliza Doolittle. Entretanto, a voz de Audrey não foi utilizada durante as canções, sendo dublada. Isso deixou a atriz extremamente aborrecida e fez com que abandonasse as gravações por um dia. Audrey não foi indicada ao Oscar por esse papel - fato que até hoje é considerado uma injustiça - devido à dublagem e também pela não-escolha de Julie Andrews (que interpretara Eliza na Broadway) para o papel. Andrews ganharia o Oscar daquele ano por seu papel em "Mary Poppins". Em seguida gravaria "Como roubar um milhão de dólares", "Um caminho a dois" e "Um clarão nas trevas", este último dirigido por seu esposo em uma falha tentativa de salvar seu casamento. Audrey Hepburn e Mel Ferrer se divorciaram em dezembro de 1968. Ela decidiu parar de atuar e se casaria novamente apenas seis semanas após o divórcio, com o psiquiatra italiano Andrea Dotti, que conheceu em um iate. Audrey deu à luz o seu segundo filho, Luca Dotti, em 1970. O casal morou por um ano em Roma, para em seguida a atriz ir viver na Suíça com os dois filhos. Decidiria voltar a atuar em 1976, estrelando "Robin e Marian". Três anos mais tarde retornaria à cena em "A herdeira". Pediu o divórcio em 1980 e o processo se formalizou em 1982. Neste período, gravou "Muito riso e muito alegria", e no fim das filmagens conheceu Robert Wolders. Tornaram-se grandes amigos e viveram juntos até a morte de Audrey. Em 1987 deu início ao seu mais importante trabalho: o de" Embaixatriz da UNICEF". Audrey, tendo sido vítima da guerra, sentiu-se em débito com a organização, pois foi o "United Nations Relief and Rehabitation Administration" (que deu origem à UNICEF) que chegou com comida e suprimentos após o término da Segunda Guerra Mundial, salvando sua vida. Ela passaria o ano de 1988 viajando, viagens estas que foram facilitadas por seu domínio de línguas (Audrey falava fluentemente francês, italiano, inglês, neerlandês e espanhol). Em 1989 faria uma participação especial como um anjo em "Além da eternidade". Este seria seu último filme. Audrey passaria seus últimos anos em incansáveis missões pela Unicef, visitando países, dando palestras e promovendo concertos com causas. Em 1993 foi diagnosticada com câncer de apêndice, que espalhou-se para o cólon. No ano de 2000 foi lançado o filme "The Audrey Hepburn Story", uma homenagem a Audrey que gerou críticas da mídia e de fãs, devido à escolha de Jennifer Love Hewitt para o papel principal. O anime "REC", faz muitas referências à Audrey Hepburn, inclusive sua personagem principal (Onda Aka) é sua fã declarada, e sonha em um dia ter uma voz como a dela. Além disso, todos os episódios tem nomes baseados em seus filmes. Na Itália, foi criada a personagem de histórias em quadrinhos Júlia Kendall - inspirada fisicamente em Audrey Hepburn - pelo italiano Giancarlo Berardi, roteirista que já havia criado Ken Parker, outro título da Bonelli Comics. Julia (Sergio Bonelli Editore) é uma criminóloga que mora em Garden City e que ajuda a polícia de Nova Iorque a solucionar crimes na cidade e arredores. Sua revista em quadrinhos é publicada na Itália pela Sergio Bonelli Editore. No Brasil é publicada pela Editora Mythos desde 2004 com o título de J. Kendall: Aventuras de uma Criminóloga. Causa da Morte: Audrey Hepburn morreu às 19:00' do dia 20/01/1993 com 63 anos de idade, na cidade de Tolochenaz, Suiça, devido à complicações geradas por câncer de apêndice. Sepultamento: Cemitério Tolochenaz - Tolochenaz - Vaud - Suíça. Além da Imaginação Home Page www.alémdaimaginação.com

domingo, 30 de dezembro de 2012

GEORGE REEVES - Obituário da Fama.


Ator [05 / 01 / 1914 <==> 16 / 06 / 1959] George Reeves, foi um ator norte americano, o qual é mais lembrado por seu papel de Superman na série de televisão produzida entre os anos de 1952 à 1957. Nascido com o nome "George Keefer Brewer" em Woolstock, Iowa (EUA), sendo seus pais Don e Helen Lescher Brewer. Sua data de nascimento real é 05 de janeiro, mas quando ele estava crescendo sua mãe mentiu para ele, dizendo-lhe que era 05 de abril de 1914, já que isto colocaria seu nascimento, nove meses depois de seu casamento. George não descobriu isso até que ele era um adulto. Para criar uma confusão maior ainda, sua mãe cometeu um erro em seus dados quando em seu enterro, indicando a data de nascimento como 06 de janeiro, em vez de 05 de janeiro. Seus pais se divorciaram quando ele era jovem, e ele foi adotado por seu padrasto, tendo por isso o sobrenome "Bessol". George foi criado em Pasadena, Califórnia (EUA), e estudou no Colégio Júnior Pasadena. Ele foi uUm pugilista amador e músico hábil, sendo que começou sua carreira de ator na Pasadena Playhouse, onde foi descoberto por "caçadores de talento" de Hollywood. Seu primeiro filme foi "Ride, Cowboy Ride," (1939), embora seja no papel de Stuart Tarleton, um dos pretendentes de "Scarlet O'Hara" em "E o Vento Levou" (1939), que ele é mais lembrado em seu início de carreira no cinema. George Reeves teve uma sequência de trabalhos "estáveis" no período de 1939 à 1943, aparecendo em mais de 40 filmes. No final de 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, Reeves entrou para a Força Aérea Norte Americana, aparecnedo em diversos filmes de treinamentos de guerra, chegando ao posto de sargento. Ele também fez uma aparição na tela durante a guerra, no papel do tenente Thompson no filme patrocinada pelos EUA Exército "Vitória Alada" (1944). No fim da guerra, ele deixou o exército e retornou para Hollywood, onde continuou fazendo filmes e, em 1951, estrelou no papel-título do filme "Super-Homem e os Homens Toupeira" (1951). Devido ao sucesso de seu papel nesse filme lhe foi oferecido o papel-título na série de televisão "As Aventuras do Superman" (1952-1957), a qual foi transmitida no Brasil nas décadas de 1960 e 1970, ficando bastante conhecida pelo publico brasileiro. Inicialmente, ele foi relutante em assumir o papel de Superman, acreditando que teria mais sucesso como ator, atuando em filmes para o cinema. Só que Reeves ficou surpreso quando o papel se tornou um hit nacional, fazendo sucesso em todo o país. Após o fim da série, Reeves conseguiu alguns papéis em filmes para cinema e televisão, mas desde havia ficado estigmatizado como Superman, papel que representou durante muitos anos. Devido à esse fato, os convites para atuação em novos programas diminuiram. Embora Reeves estivesswe deprimido por ser estereotipado como Superman, ele levou as caraceterísticas do personagem a sério, mantendo o exemplo do "Super Homem" para as crianças, como deixando de fumar e aparecer com namoradas perto das crianças. Nas primeiras horas da manhã de 16 de junho de 1959, três dias antes de seu casamento com Lenore Lemmon, um tiro foi ouvido em sua casa localizada em "1579 - Benedict Canyon Dr. - Beverly Hills", sendo que em seguida George Reeves foi descoberto morto com um tiro na cabeça. Como resultado do inquérito e investigação policial, foi declarado que George Reeves havia se suicidado, no entanto, desde a sua morte, a informação adicional faz com que muitos acreditem que el foi assassinado. Reeves aparentemente teve um caso de longo prazo com Toni Lanier, uma ex-showgirl e esposa do executivo da MGM, EJ Mannix. Ela era conhecida por sua beleza e apetite sexual lendário, e, aparentemente, o caso teve a aprovação de seu marido, EJ Mannix, que tinha uma amante. Cinco meses antes, como Reeves estava para se casar com Lenore Lemmon, ele rompeu o romance com Toni, que a deixou de coração partido. Toni permaneceria dedicada à memória de Reeves para o resto de sua vida. Sua vida é discutida em detalhes em dois livros, "Superman: Serial to Cereal" (1976) por Gary Grossman, e "Hollywood Kryptonite" (1996) por Sam Kashner e Schoenberger Nancy. Será que George Reeves realmente tirou sua própria vida com um único tiro na cabeça ou foi sua morte realizada com um plano sinistro? Na noite em que morreu, ele teria bebido muito e discutiu abertamente com Leonore Lemmon, como testemunhado por seus amigos Bliss William, o escritor Robert Condon e Carol Van Ronkel. Reeves teria subido zangado para seu quarto, sendo que em seguida Lemmon e os convidados disseram ter ouvido um único tiro vindo de seu quarto. Embora considerado um suicídio, muitas pessoas se recusam a acreditar que ele se matou, pois pelo menos aparentemente, Reeves não era do tipo de alguém que cometeria suicídio. Esse é mais um dos inúmeros mistérios que permanecem ocultos nas sombras de Hollywood. Curiosidade: Existem relatos de que a casa onde Reeves se matou, hoje é assombrada com ruídos inexplicáveis ​​no quarto superior (local de sua morte), surgimento de cheiro de pólvora, além de pertences e objetos que são movimentados. Existem também relatos de que cachorros quando levados à casa, ficam latindo e recusando-se a entrar na sala, bem como luzes ficam piscando ou se apagando sem motivo algum. Alguns até dizem que George Reeves aparece no pé da cama dos atuais proprietários de vez em quando, vestido como Superman. Causa da Morte: George Reeves morreu em 16/06/1959 com 45 anos de idade, devido à perfuração em sua cabeça feita por arma de fogo. (Conclusão Policial: Suicídio). Sepultamento: Mountain View Cemetery and Mausoleum. Altadena - Los Angeles -California - EUA. Local: "Pasadena Mausoleum - Sunrise Corridor". www.alémdaimaginaçao.com

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O NÚMERO 7 E O DESASTRE DO AVIÃO DA VARIG


"Poderia uma pessoa desde quando nasce estar com seu futuro programado? Do mesmo modo, poderia um grupo de pessoas em uma viagem estar com seu fim já pré-determinado? Se isso acontecesse, seria possível que surgissem sinais e avisos no decorrer do tempo, indicando o que estaria por vir, mesmo sendo algo incomum e além da capacidade de compreensão das pessoas de nosso mundo?" Os fatos descritos a seguir mostram que isso pode realmente ser possível! ================================================================================= 11 de Julho de 1973, Aeroporto Internacional do Galeão, Rio de Janeiro, Brasil. 117 pessoas embarcam no Vôo da Varig "RG – 820" com destino à Londres, Inglaterra. O avião, um boeing 707 com capacidade para 202 pessoas, faria uma escala no Aeroporto de Orly em Paris. No comando do avião estavam Gilberto Araújo da Silva, um dos melhores pilotos da companhia, tendo o título de Comandante Master (posto máximo na carreira de piloto) e o segundo comandante Antônio Fuzimoto. Entre os passageiros, personalidades como a socialite e belíssima atriz Regina Léclery, o senador e Presidente do Senado Filinto Muller, o cantor Agostinho dos Santos, o iatista tricampeão mundial Joerg Bruder e o jornalista Júlio Delamare (primeiro diretor do departamento de esportes da Rede Globo). A manhã estava tranquila quando o avião levantou vôo do aeroporto do Rio de Janeiro. A travessia sobre o Oceano Atlântico ocorreu sem problemas e logo estavam sobrevoando a bela cidade de Paris, onde o avião faria uma escala. A comissária de bordo pediu para que todos sentassem em suas poltronas e afivelassem o cinto de segurança. O comandante Gilberto com uma voz calma descreve os pontos turísticos de Paris. O avião já estava em procedimento de pouso e apenas a 1 minuto da pista do Aeroporto de Orly quando a torre de controle recebe uma mensagem do comandante Gilberto: “Eu tenho um problema mecânico com meus motores …Eu vou morrer!” Ao se aproximar do Aeroporto de Orly, iniciou-se um incêndio no fundo do avião. Os comissários de bordo correram para apagar as chamas, mas logo todo o avião estava tomado por uma fumaça densa e tóxica. A fumaça invadiu a cabine e os pilotos perderam a comunicação com a torre de controle. Exatamente às 14:03' os pilotos resolveram fazer um pouso de emergência. Em uma manobra habilíssima, os comandantes Gilberto Araújo da Silva e Antônio Fuzimoto desviaram das milhares de casas da capital francesa e pousaram o avião em um campo aberto em Saulx-les-Chartreux, ao sul de Paris. Ainda atordoados, os pilotos abriram a porta da cabine e não enxergavam um centímetro às suas frentes, abriram a porta do avião e pularam para fora. Apesar de todo o esforço dos pilotos, 123 pessoas (116 passageiros mais 7 tripulantes) morreram no desastre, não pela queda do avião, mas queimados e intoxicados pela fumaça do incêndio que iniciou-se em pleno ar. De todos os 114 passageiros, apenas 1 sobreviveu, Ricardo Trajano, um jovem que desobedeceu todos os procedimentos e correu para perto da cabine onde a fumaça não estava tão densa. Quando os bombeiros chegaram ele foi o primeiro a ser resgatado, desmaiado e com queimaduras. Uma minunciosa investigação sobre as causas do incêndio foi feita e para surpresa de todos a causa do incêndio foi um cigarro aceso jogado no lixo do banheiro do avião pouco antes do pouso. A partir desse acidente o fumo foi proibido nos aviões. Apesar da grande perda em pessoas nesse acidente, a tragédia poderia ter sido maior se o avião tivesse caído sobre as casas parisienses. O comandante Gilberto ficou conhecido no mundo inteiro pela enorme perícia com que conduziu o avião e em 26 de julho de 1973 foi condecorado pelo Ministério dos Transportes da República da França. Além da Imaginação Home Page www.alemdaimaginacao.com

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

CLAUDIA MAGNO Obituário da Fama.


Atriz / Bailarina [10 / 02 / 1958 <==> 05 / 01 / 1994] Claudia Magno de Carvalho foi uma atriz e dançarina brasileira, lembrada pelo público, principalmente pela sua particpação em novelas televisivas. Claudia Magno nasceu na cidade do Rio de Janeiro, e começou sua carreira em 1981, trabalhando em diversas peças de teatro. Participou do filme de grande sucesso "Menino do Rio", em 1982, onde começou sua carreira de sucesso. Em seguida, foi chamada pela Rede Globo para participar da novela Final Feliz, no mesmo ano. Cláudia participou também dos filmes "Garota Dourada", em (1983) e "Presença de Marisa" (1988), trabalho pelo qual ganhou o prêmio "Candango" de melhor atriz no Festival de Brasília de 1988. Em Setembro/1993, Claudia Magno começou a se sentir cansada e ao mesmo tempo ter febre alta. Em consulta à alguns médicos, nada foi diagnosticado, sendo que Claudia começou a fazer tratamento com homeopatia. Em 29/12/1993, Claudia Magno já pior de saúde, e se sentindo muito mal, deu entrada na Clínica São Vicente no Rio de Janeiro, onde foi internada para tratar de um tipo de pneumonia violento, que só ataca pessoas com depressão imunológica grave, como provocada pela Aids ou por drogas, como as que evitam a rejeição em transplantes. Seu quadro clínico com chamou a atenção do médico responsável, o Dr. Luiz Cezar Cossenza Rodrigues, que desconfiou que Claudia Magno poderia estar com o vírus da Aids, devido aos seus sintomas clínicos. Com uma vida saudável, sem beber bebidas alcóolicas, fumar ou usar drogas, Claudia Magno era considerada uma garota da "Geração Saúde", com uma vida saudável exemplar. Como não haviam motivos notórios que poderiam ter provocado a contaminação de Claudia Magno pelo vírus da Aids, as suspeitas ficaram em relação ao seu antigo namorado, o também ator Marcelo Ibrahim. Os dois tiveram um romance dez anos antes de Claudia Magno estar adoecida, sendo que Ibrahim também faleceu com os mesmos sintomas apresentados em Claudia, sendo diagnosticado que era portador do vírus da Aids na época do seu falecimento. Em julho de 1986, aos 24 anos, Marcelo Ibrahim também deu entrada na mesma clínica São Vicente com um quadro de pneumonia, idêntico ao que apresentava Claudia Magno, falecendo seis dias depois. Na época em que Claudia Magno ficou internada, a atriz Lucia Veríssimo, a qual tinha um grande laço de amizade com Claudia, deu completo apoio, inclusive intercedendo junto à Rede Globo de Televisão com o objetivo de conseguir ajuda financeira para custear seu tratamento. Causa da Morte: Claudia Magno morreu às 06:30' de 05/01/1994 na Clínica São Vicente (Gávea) cidade do Rio de Janeiro com 35 anos de idade, vítima de insuficiência respiratória provocada por complicações do vírus da AIDS. Quando faleceu, Cláudia estava trabalhando na telenovela Sonho Meu, na qual vivia a enfermeira Josefina, e ensaiava um musical com o ator Jonas Bloch. Sepultamento: Cemitério São João Batista. R General Polidoro, s/n - Botafogo. Cidade do Rio de Janeiro - RJ - Brasil. www.alemdaimaginacao.com