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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A ilha dos sentimentos.


Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha. Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse: - Riqueza, leve-me com você. - Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você. Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando. - Vaidade, por favor, me ajude. - Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo. Então, o amor pediu ajuda a Tristeza. - Tristeza, leve-me com você. - Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha. Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la. Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar: - Vem Amor, eu levo você! Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria. - Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui? A Sabedoria respondeu: - Era o TEMPO. - O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe? - Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Poema Luís Vaz de Camões.

Amor é um Fogo que Arde sem se Ver; É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se e contente; É um cuidar que ganha em se perder; É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís Vaz de Camões, in "Sonetos" Tema(s): Amor Ler outros poemas de Luís Vaz de Camões Sempre bom lembrar este Poema lindo!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Transa Grátis.

Dois irmãos, Manoel e Joaquim, estão dando um passeio de carro quando vêem um posto com um cartaz: "ENCHA O TANQUE E CONCORRA A UMA TRANSA GRÁTIS!". Eles não têm dúvida. Entram no posto e pedem pra encher o tanque. Depois do tanque cheio, Manoel pergunta ao frentista: — Como funciona a promoção? — É muito simples — responde o frentista, com um sotaque brasileiro — Você diz um número de 1 a 10 e, se for o mesmo número que eu estou pensando, você ganha! — Que legal! — diz o portuga, empolgado — Então vamos lá... Oito! — Errou! — dispara o frentista — Eu estava pensando no número quatro... Alguns dias depois, eles voltam ao posto, enchem o tanque e, dessa vez, Joaquim arrisca: — Seis! — Errou... — disse o frentista, penalizado — Eu estava pensando no número nove! Então os portugueses vão pra casa, decepcionados, voltam ao posto mais algumas vezes e erram o número em todas. Até que Manoel diz, desconfiado: — Não sei não, Joaquim... Algo me diz que estamos sendo enganados! Já arriscamos este número uma porção de vezes e não acertamos nenhuma... — Não fala besteira, Manoel! Um dia a gente acerta este número! Só na semana passada a minha mulher acertou duas vezes.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Segredos Pós-casamento.


O casal chega na lua-de-mel, tranca-se no quarto e a noiva começa: — Benzinho, tenho uma confissão para te fazer! — Fala, meu amor! — Você sabe por que eu quis casar virgem? Porque eu tenho vergonha dos meus seios de tão pequenos... — Ora, eu não me importo com isso! Mas também tenho uma coisa para te confessar... — O que é? — Você sabe por que eu nunca insisti para fazer sexo com você? — Por quê? — É por causa do tamanho do meu membro... É igual um recém-nascido! — Assim pequenininho? — Não amorzinho... Tem uns cinqüenta centímetros e pesa uns quatro quilos!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Dividir para Multiplicar.

Casal de velhinhos entra num daqueles restaurantezinhos fuleiros, pede um misto-frio e uma Coca-cola. Assim que são servidos, o velhinho pede mais um copo e divide a Coca-cola, entrega a metade do misto-frio para a velhinha e começa a comer, enquanto ela fica olhando. Comovido, ao vê-los dividir um lanche tão mingüado, o atendente faz um outro sanduíche e entrega para a velhinha, dizendo: — Esse é por conta da casa! O velhinho agradece e explica, orgulhoso: — Somos casados há 60 anos e sempre dividimos tudo o que possuímos, meio a meio. — Muito bacana! — elogia o atendente. E, dirigindo-se à velhinha: — A senhora não vai comer seu lanche? — Sim, daqui a pouco! Agora é a vez dele de usar a dentadura!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Três homens , um Francês, um italiano e um brasileiro


Três homens de negócio, um francês, um italiano e um brasileiro, estavam viajando lado a lado num vôo internacional. Várias doses de bebida depois, começaram a conversar sobre suas vidas íntimas. - Esta noite fiz amor com minha mulher quatro vezes - contou, orgulhoso, o francês - E de manhã ela me fez um delicioso crepe, jurando que me adora. - E eu dei seis - Bravateou o italiano - No café da manhã, minha mulher me fez uma suculenta omelete e me disse que jamais poderia amar outro homem. O brasileiro ficou quieto o tempo todo. Para surpresa de seus dois companheiros de vôo, manteve-se em completo silêncio, quando chegou a sua vez de falar. O francês não resistiu e ousou perguntar: - E você? Quantas vezes você fez amor com sua mulher, esta noite? - Uma - Respondeu ele sem qualquer constrangimento. O italiano, sem evitar um certo ar de gozação, não resistiu e atiçou: - Só uma??? E o que ela lhe disse de manhã? - Não pare!

domingo, 1 de julho de 2012

Taxista Daltônico


Chegando de viagem, um senhor muito elegante, toma um táxi no aeroporto e pede ao motorista para levá-lo para casa. No caminho, vê uma senhora com um vestido bem decotado, entrando numa boate. O senhor começa a reparar na mulher e a reconhece. Então, ele pede ao taxista que retorne à porta da boate. Tira do bolso um maço de notas e diz a ele: - Aqui estão dois mil reais. São seus se você tirar de dentro desse “Clube das Mulheres” aquela vestida de azul que acaba de entrar. Mas vá tirando e cobrindo de pancadas, sem pena, porque aquela desgraçada é minha esposa. O taxista, que andava duro, aceita de cara e entra na boate. Cinco minutos depois ele sai, arrastando uma mulher pelos cabelos, com o rosto sangrando. O senhor no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde e sai correndo para alertar o taxista do erro: - Pare! Esta não é a minha mulher! O vestido dela é verde! O senhor é daltônico? O taxista retruca: - Fique tranqüilo… Esta é a minha… Já volto lá pra pegar a sua!