Mostrando postagens com marcador atriz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador atriz. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de abril de 2013

DANIELLA PEREZ . Atriz . Obituário da Fama.


Atriz [11 / 08 /1970 <==> 28 / 12 / 1992] *** No Mês de Dezembro de 2012 fez 20 Anos sem Daniella Perez. Da Beleza e Graça, só ficaram as Saudades *** Daniella Perez (Rio de Janeiro, 11 de agosto de 1970 — Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 1992) foi uma jovem e linda atriz brasileira, filha da autora de telenovelas Glória Perez, lembrada pelo público e fãs pela sua participação em novelas televisivas, e também devido ao seu brutal assassinato realizado por Guilherme de Pádua e sua esposa na época, Paula Thomaz. Daniella Perez nasceu na cidae do Rio de Janeiro, e era filha da famosa escritora de telenovelas, Glória Perez e era casada com o também ator Raul Gazolla. Daniella Perez participou de poucas novelas, devido à interrupção de sua carreira causada por um crime brutal, frio e calculista. Com 19 anos, participou no ano de 1989 da novela Kananga do Japão, na qual interpretava a personagem Eduarda. Em 1990 interpretou Clô na novela Barriga de Aluguel. Já em 1991 atuou na novela O dono do mundo como a personagem Yara e em 1992 na novela De corpo e alma como a personagem Yasmin Bianchi. A novela De corpo e alma foi a ultima novela em que atuou, sendo assassinada neste ano antes do seu término. Daniella tinha 22 anos quando foi assassinada pelo colega de trabalho, o ex-ator Guilherme de Pádua, e por sua mulher Paula Nogueira Thomaz, que a emboscaram e a mataram com 18 golpes de punhal. O crime foi motivado pela ambição de Guilherme de Pádua, quando acreditou que Gloria Perez estivesse diminuindo seu papel na novela De Corpo e Alma, onde contracenava com Daniella. Causou muita indignação à população brasileira o fato do casal de assassinos, poucas horas depois de atirar o corpo de Daniella em um matagal, ter ido abraçar e prestar solidariedade à família de Daniella, inclusive chegando à delegacia no próprio carro utilizado no crime, onde começaram à apunhalar a vítima. Julgados e condenados por homicídio duplamente qualificado, com motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima, os dois cumpriram apenas seis dos 19 anos a que foram condenados. A indignação popular que se seguiu a esse episódio resultou na alteração da legislação penal, graças aos esforços da mãe de Daniella, Glória Perez, que encabeçou uma campanha de assinaturas e conseguiu fazer passar a primeira iniciativa popular de projeto de lei a se tornar lei efetiva na história do Brasil. Ainda que a mudança da lei não tenha atingido os assassinos de Daniella, a partir daí o homicídio qualificado passou a ser punido com mais rigor. Carreira: • 1989 – Kananga do Japão - Dançarina na abertura da novela; • 1990 – Barriga de Aluguel…. Clô; • 1991 – O Dono do Mundo…. Yara; • 1992 – De Corpo e Alma…. Yasmin Bianchi. Daniella Perez morreu em 28 de Dezembro de 1992 com 22 anos de idade, brutalmente e covardemente assassinada com vários golpes de tesoura em seu peito, pelo seu colega de trabalho, o também ator na época, Guilherme de Pádua (coinsiderado um psicopata) e por sua esposa na época do crime, Paula Nogueira Thomaz. Causa da Morte: Assassinato por arma contundente, através de diversos golpes em seu peito, os quais perfuraram o coração e orgãos vitais. Sepultamento: Cemitério São João Batista. R General Polidoro, s/n - Botafogo. Cidade do Rio de Janeiro - RJ - Brasil. Coordenadas GPS (Latitude / Longitude):

segunda-feira, 8 de abril de 2013

DINA SFAT . Obituário da Fama.


Atriz [28 / 08 / 1939 <==> 20 / 03 / 1989] Dina Kutner de Souza, mais conhecida como Dina Sfat, foi uma atriz brasileira, lembrada pelo público, principalmente pela sua particpação em novelas televisivas. Dina Sfat nasceu na cidade de São Paulo, sendo seus pais de origem Polonesa. Dina sempre quis ser artista. Seu primeiro emprego foi em um laboratório de análises clínicas quando tinha 16 anos. Estreou nos palcos em 1962 em um pequeno papel no espetáculo Antígone América, dirigida por Antonio Abujamra. Em seguida foi para o teatro amador e foi parar no Teatro de Arena, onde estreou profissionalmente vivendo a personagem Manuela de "Os Fuzis da Senhora Carrar" de Bertold Brecht. A atriz se transformou em uma grata revelação dos palcos e mudou seu nome artístico para Dina Sfat, homenageando a cidade natal de sua mãe. Dina Sfat participou de espetáculos importantes na década de 1960 em São Paulo e conquistou o Prêmio "Governador do Estado" de melhor atriz por seu desempenho em "Arena Conta Zumbi" em 1965, um musical de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal. Dina foi para o Rio de Janeiro e estreou nos palcos de um teatro na peça "O Rei da Cidade". Dina Sfat sonhava desde criança em ser artista, porém sua estréia nos palcos demorou um pouco e sua primeira aparição como atriz foi aos 24 (vinte e quatro) anos no ano de 1962 (mil novecentos e sessenta e dois), no espetáculo dirigido por Antonio Abujarama, na peça “Antígone América”. Logo depois teve sua consagração após atuação na peça “Os Fuzis da Senhora Carrar” de Bertold Brecht, na qual viveu a personagem Manuela. Dina Sfat atuou em várias peças e chegou a conquistar o prêmio de melhor atriz em 1965 (mil novecentos e sessenta e cinco), pela atuação em um musical. Teve estréia no cinema e na televisão, atuando em novelas de sucesso e de escritores renomados. Dina Sfat chega à televisão no final da década de 1960 e destaca-se em papéis de enorme carga dramática em telenovelas de autoria de Janete Clair, como Selva de Pedra, Fogo Sobre Terra, O Astro e Eu Prometo, mas também brilhou em outras como Verão Vermelho, Assim na Terra Como no Céu, Gabriela e Os Ossos do Barão. Posou nua para revista Playboy em janeiro de 1982, num ensaio secundário. Foi casada por 17 anos com Paulo José, com quem teve três filhas: Bel Kutner, que inclusive é atriz e atua na televisão há um bom tempo, Ana e Clara Dina Sfat descobriu o câncer, inicialmente no seio, em 1986, mas não deixou de trabalhar, mesmo em tratamento. Quando a doença surgiu, descoberta na forma de um nódulo no seio direito, Dina não quis adotar métodos tradicionais de tratamento e preferiu recorrer à homeopatia, à acupuntura e à parapsicologia. Meses depoi, sem obter resultados, sofreu uma mastectomia. Na época, os médicos lhe deram seis meses de vida. No final de 1987, Dina teve que tirar os ovários e uma metástase óssea foi identificada. Mesmo muito doente, Dina não parou de trabalhar. Embora com sua participação reduzida, gravou cenas para a novela "Bebê a Bordo até o último capítulo. No último mês de vida, seu estado voltou a ase agravar, sendo que se submeteu a sessões de quimioterapia, sem resultados. Em seus últimos dias de vida, Diuna já não se levantava da cama, passando o tempo todo praticamente dormindo. Durante seu tratamento inicial, Dina Sfat viaja para a Rússia, aproveitando para fazer um documentário para a TV, no momento em que a perestróika dava seus primeiros passos, levantando muita curiosidade sobre o assunto. Também escreveu um livro, publicado em 1988, um pouco antes da sua morte, sobre sua vida e a luta contra o câncer, chamado "Dina Sfat- Palmas prá que te Quero", junto com a jornalista Mara Caballero e fez a novela Bebê a Bordo, seu último trabalho na televisão. Seu último filme foi "O Judeu" que só estreou em circuito depois da morte da atriz. Causa da Morte: Dina Sfat morreu na manhã de 20/03/1989 com 49 anos de idade, em seu apartamento na cidade do Rio de Janeiro, vítima de insuficiência hepática causada por uma série de complicações desde o aparecimento de um câncer no seio em 1986. Sepultamento: Cemitério Comunal Israelita do Caju. Rua Monsenhor Manuel Gomes, 311.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

AUDREY HEPBURN " Obituário da Fama".


Atriz [04 / 05 / 1929 <==> 20 / 01 / 1993] Audrey Kathleen Ruston, mais conhecida internacionalmente como Audrey Hepburn, foi uma famosa e premiada atriz, modelo e humanista belga, radicada na Inglaterra e Países Baixos, eleita em 2009 a atriz de Hollywood mais bonita da história. É considerada um ícone de estilo e a terceira maior lenda feminina do cinema, de acordo com o American Film Institute. Hepburn estrelou diversos filmes, entre eles "Bonequinha de Luxo" e "A Princesa e o Plebeu", filme que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz, além de indicações ao Globo de Ouro, ao BAFTA e ao NYFCC Award. Foi a quinta artista, e a terceira mulher, a conseguir ganhar as quatro principais premiações do entretenimento norte-americano, o EGOT - acrônimo de Emmy, Grammy, Oscar e Tony. Em 08 de fevereiro de 1960, ganhou uma estrela na Calçada da fama de Hollywood, em homenagem a sua dedicação e contribuição ao cinema mundial. Nascida Audrey Kathleen Ruston, era a única filha de Joseph Anthony Ruston (um banqueiro britânico-irlandês) e Ella van Heemstra (uma baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses). Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se tornou Audrey Hepburn-Ruston. Tinha dois meio-irmãos, Alexander e Ian Quarles van Ufford, do primeiro casamento da sua mãe com um nobre holandês. Os pais de Audrey se divorciaram quando ela tinha 9 anos. Para manter a jovem afastada das brigas familiares, sua mãe enviou-a para um internato na Inglaterra, onde ela se apaixonou pela dança, aprendendo balé. Todavia, em 1939 estouraria a Segunda Guerra Mundial, e a Inglaterra declarou guerra à Alemanha. A mãe de Audrey decidiu então levá-la para viver na Holanda, país neutro que - ela imaginava - não seria invadido pelos alemães. Os protestos de Audrey não foram suficientes: a menina queria continuar na Inglaterra, mas a mãe temia que a cidade de Londres fosse bombardeada. Além disso, as viagens estavam escassas, e a baronesa temia ficar muito tempo sem ver a filha. A situação na Holanda foi bem diferente da planejada. Com a invasão nazista, a vida da família foi tomada por uma série de privações. Audrey teve muitas vezes de comer folhas de tulipa para sobreviver. Envolvida com a Resistência, muitos de seus parentes seriam mortos na sua frente. Ela participaria de espetáculos clandestinos de balé para angariar fundos e levaria mensagens secretas em suas sapatilhas. Anos mais tarde recusaria o papel de Anne Frank no cinema. Com o fim da Guerra, Audrey e sua mãe mudaram-se para a Inglaterra, onde ingressou na prestigiada escola de dança Marie Lambert. Mas sua professora foi categórica: ela era alta demais e não tinha talento suficiente para tornar-se uma bailarina prima. Desiludida, passou a trabalhar como corista e modelo fotográfica para garantir o sustento da família. Foi neste ponto que decidiu investir em outra área: a atuação. Sua estreia foi no documentário Dutch in Seven Lessons, seguido por uma série de pequenos filmes. Em 1952, viajou para a França para a gravação de Montercarlo Baby, e foi vista no saguão do hotel em que estava hospedada com o elenco pela escritora Collette. Naquele momento, Collette trabalhava com a montagem para a Broadway da peça Gigi, cujo papel-título ainda não tinha intérprete. Encantada com Audrey, decidiu que ela seria a sua Gigi. As críticas para Gigi não foram de todo favoráveis, mas era opinião geral que aquela desconhecida que interpretava o papel principal era destinada ao sucesso. Pouco tempo após o encontro com Collette, Audrey participou de uma audição para o filme "A Princesa" e "O Plebeu". Encantado com a atriz, o diretor William Wyler escalou-a para viver a Princesa Ann, dividindo a cena com Gregory Peck, que também surpreendeu-se com o talento da companheira. O sucesso da produção foi também o de Audrey. Hollywood amou-a imediatamente e a agraciou com o Oscar de Melhor Atriz. Três dias após a cerimônia do Oscar, recebeu o Tony por sua atuação em "Ondine". A peça fora uma sugestão de Mel Ferrer, por quem se apaixonaria durante a temporada na Broadway. Os dois foram apresentados por Gregory Peck em uma festa em 1954 e se casaram em setembro daquele ano. Audrey também faria Sabrina, que rendeu-lhe a segunda indicação ao Oscar. O filho de Audrey e Mel, Sean, nasceria em 1960. Mas as coisas não foram fáceis até aquele momento: Audrey sofreu diversos abortos. A atriz queria mais do que tudo ser mãe, e as gravidezes falhadas deixaram-na extremamente deprimida. Para animar a esposa, Mel sugeria que trabalhasse. Eles gravaram juntos "Guerra e Paz", e ela estrelaria três comédias-românticas (Cinderela em Paris, Amor na Tarde e A Flor que não morreu), um drama (Uma cruz a beira do abismo, que rendeu-lhe a terceira indicação ao Oscar e afastou qualquer dúvida sobre seu talento) e um faroeste (O passado não perdoa). Após um ano e meio de licença-maternidade, voltou a Hollywood para estrelar "Bonequinha de Luxo", em um papel que a transformaria em um ícone e pelo qual seria lembrada para sempre. Por viver a prostituta de luxo Holly Golightly ela receberia sua quarta indicação ao Oscar. Pouco tempo depois filmou Infâmia, Charada e Quando Paris alucina. Em 1963, recebeu o papel principal do musical "My fair lady", o da vendedora de flores Eliza Doolittle. Entretanto, a voz de Audrey não foi utilizada durante as canções, sendo dublada. Isso deixou a atriz extremamente aborrecida e fez com que abandonasse as gravações por um dia. Audrey não foi indicada ao Oscar por esse papel - fato que até hoje é considerado uma injustiça - devido à dublagem e também pela não-escolha de Julie Andrews (que interpretara Eliza na Broadway) para o papel. Andrews ganharia o Oscar daquele ano por seu papel em "Mary Poppins". Em seguida gravaria "Como roubar um milhão de dólares", "Um caminho a dois" e "Um clarão nas trevas", este último dirigido por seu esposo em uma falha tentativa de salvar seu casamento. Audrey Hepburn e Mel Ferrer se divorciaram em dezembro de 1968. Ela decidiu parar de atuar e se casaria novamente apenas seis semanas após o divórcio, com o psiquiatra italiano Andrea Dotti, que conheceu em um iate. Audrey deu à luz o seu segundo filho, Luca Dotti, em 1970. O casal morou por um ano em Roma, para em seguida a atriz ir viver na Suíça com os dois filhos. Decidiria voltar a atuar em 1976, estrelando "Robin e Marian". Três anos mais tarde retornaria à cena em "A herdeira". Pediu o divórcio em 1980 e o processo se formalizou em 1982. Neste período, gravou "Muito riso e muito alegria", e no fim das filmagens conheceu Robert Wolders. Tornaram-se grandes amigos e viveram juntos até a morte de Audrey. Em 1987 deu início ao seu mais importante trabalho: o de" Embaixatriz da UNICEF". Audrey, tendo sido vítima da guerra, sentiu-se em débito com a organização, pois foi o "United Nations Relief and Rehabitation Administration" (que deu origem à UNICEF) que chegou com comida e suprimentos após o término da Segunda Guerra Mundial, salvando sua vida. Ela passaria o ano de 1988 viajando, viagens estas que foram facilitadas por seu domínio de línguas (Audrey falava fluentemente francês, italiano, inglês, neerlandês e espanhol). Em 1989 faria uma participação especial como um anjo em "Além da eternidade". Este seria seu último filme. Audrey passaria seus últimos anos em incansáveis missões pela Unicef, visitando países, dando palestras e promovendo concertos com causas. Em 1993 foi diagnosticada com câncer de apêndice, que espalhou-se para o cólon. No ano de 2000 foi lançado o filme "The Audrey Hepburn Story", uma homenagem a Audrey que gerou críticas da mídia e de fãs, devido à escolha de Jennifer Love Hewitt para o papel principal. O anime "REC", faz muitas referências à Audrey Hepburn, inclusive sua personagem principal (Onda Aka) é sua fã declarada, e sonha em um dia ter uma voz como a dela. Além disso, todos os episódios tem nomes baseados em seus filmes. Na Itália, foi criada a personagem de histórias em quadrinhos Júlia Kendall - inspirada fisicamente em Audrey Hepburn - pelo italiano Giancarlo Berardi, roteirista que já havia criado Ken Parker, outro título da Bonelli Comics. Julia (Sergio Bonelli Editore) é uma criminóloga que mora em Garden City e que ajuda a polícia de Nova Iorque a solucionar crimes na cidade e arredores. Sua revista em quadrinhos é publicada na Itália pela Sergio Bonelli Editore. No Brasil é publicada pela Editora Mythos desde 2004 com o título de J. Kendall: Aventuras de uma Criminóloga. Causa da Morte: Audrey Hepburn morreu às 19:00' do dia 20/01/1993 com 63 anos de idade, na cidade de Tolochenaz, Suiça, devido à complicações geradas por câncer de apêndice. Sepultamento: Cemitério Tolochenaz - Tolochenaz - Vaud - Suíça. Além da Imaginação Home Page www.alémdaimaginação.com

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

JESSICA TANDY. Obituário da Fama.


Atriz [07 / 06 / 1909 <==> 11 / 09 / 1994] Jessie Alice Tandy, ou "Jessica Tandy" foi uma famosa atriz britânica de teatro e cinema, a qual é mais lembrada pelos seus fans e cinéfilos, pelos seus inesquecíveis papéis em filmes de sucesso, como "Conduzindo Miss Daisy", "Cocoon" e muitos outros, e que passou a maior parte de sua carreira de 67 anos de atuação, nos Estados Unidos. Jessica Tandy atuou em mais de 100 produções teatrais e fez mais de 60 filmes e papéis na TV. Nascida em Londres (Inglaterra), sua mãe foi uma diretora de escola e seu pai um vendedor ambulante. Jessica fez sua estréia profissional nos palcos de Londres em 1927, com a idade de 18 anos. Durante a década de 1930, ela apareceu em um grande número de peças em Londres, desempenhando papéis, como Ofélia, contracenando com John Gielgud, o lendário Hamlet, e Katherine, ao lado de Laurence Olivier. Em 1930, ela também trabalhou em alguns filmes britânicos. Após o fim de seu casamento com o ator britânico Jack Hawkins , Jessica se mudou para Nova York em 1940, onde conheceu o canadense ator Hume Cronyn. Ele se tornou o segundo marido de Jessica e seu parceiro frequente no palco e na tela. Jessica ganhou o prêmio Tony por sua performance como Blanche Dubois na produção original da Broadway de "Um Bonde Chamado Desejo" em 1948, dividindo o prêmio com Katherine Cornell. Durante as três décadas seguintes, sua carreira continuou esporadicamente e incluiu um papel de apoio no filme de terror de Alfred Hitchcock, "Os Pássaros" (1963), e um Tony Award-winning pelo seu desempenho em "The Gin Game" de 1977 Junto com Cronyn, ela foi membro da companhia de atuação "Guthrie Theater". Em meados da década de 1980, ela teve um revival da carreira. Jessica Tandy atuou com Cronyn na produção da Broadway "Foxfire" em 1983, e sua adaptação para a TV, quatro anos depois, ganhando um Tony Award e um prêmio Emmy por sua interpretação de Annie Nations. Durante esses anos, Jessica atuou em filmes como "Cocoon" (1985), também com Cronyn. Ela tornou-se a mais antiga atriz a receber o Oscar de Melhor Atriz por seu papel em "Conduzindo Miss Daisy" (1989), para o qual ela também ganhou um BAFTA e um Globo de Ouro e foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por "Tomates Verdes Fritos" (1991). No auge de seu sucesso, ela foi nomeada como uma das pessoas mais bonitas dos anos 1950. Ela foi diagnosticada com câncer de ovário em 1990, e continuou a trabalhar até pouco antes de sua morte. Antes de Jessica Tandy se mudar para Connecticut (EUA), ela morou com seu marido Cronyn por muitos anos nas proximidades de Pound Ridge, New York e permaneceram juntos até a morte dela em 1994. Em 1990, ela foi diagnosticada com câncer de ovário, sendo que após o diagnóstico, ambos lutaram nos quatro anos seguintes combantendo a doença. Jessica Tandy também sofria de angina e glaucoma. Apesar de tudo isso e sua idade avançada, ela continuou trabalhando. Causa da Morte: Jessica Tandy morreu em 11/09/1994 com 85 anos de idade, em sua casa em Easton, Connecticut, devido à problemas provocados por câncer de ovário. Sepultamento: O corpo de Jessica Tandy foi cremado, e suas cinzas foram entregues à sua família. Além da Imaginação Home Page.