domingo, 13 de março de 2016

Planejamento.


Um garoto de 12 anos entra num bordel arrastando um gato morto por um barbante. Coloca uma nota de 50 no balcão e diz: — Quero uma mulher! A cafetina, olhando para ele, responde: — Você não acha que é um pouco jovem para isso? Ele baixa uma segunda nota de 50 no balcão e repete: — Quero uma mulher! — Tá certo! – responde ela. – Senta aí que vem uma dentro de meia hora. Ele põe outra nota de 50: — Agora! E ela tem que ter gonorreia! A cafetina pergunta por quê, mas ele saca mais uma nota de 50 e repete: — Gonorreia! Alguns minutos depois chega uma mulher, eles sobem a escada (ele arrastando o gato morto). No quarto ela faz seu trabalho, quando eles estão saindo, a cafetina pergunta: — Tudo bem, mas por que você queria alguém com gonorreia? — Quando eu voltar para casa vou transar com a empregada, e quando o papai voltar para casa, ele vai levar a empregada para casa dela e vai transar com ela. Quando ele voltar para casa, vai transar com a mamãe, e amanhã de manhã, depois que o papai sair para o trabalho, a mamãe vai transar com o leiteiro… AQUELE FILHO DA PUTA QUE ATROPELOU MEU GATO!!! Moral da História: ENTENDEU O QUE É PLANEJAMENTO? É aquilo que fode com todo mundo para se atingir um objetivo…

MARÍLIA PÊRA " Obituário da Fama " Grande atriz


Atriz / Cantora / Diretora Teatral Marília Marzullo Pêra, mais conhecida como "Marília Pêra" foi um grande atriz, cantora e diretora teatral brasileira, mais lembrada pelo público e fãs por suas inúmeras participações em novelas para a televisão, peças de teatro e filmes. Natural do bairro carioca de Rio Comprido, e e filha dos atores Manuel Pêra e Dinorah Marzullo, Marília conviveu desde cedo com os bastidores da Atlântida, a histórica produtora de comédias localizada no Rio. Sua primeira entrada em cena aconteceu quando ainda era bebê, fazendo figuração numa peça. Aos quatro anos de idade, ela atuou com os pais no espetáculo "Medeia". Entre os 14 e os 21 anos, Marília atuou como bailarina em musicais. Quando tinha 18, viajou por Brasil e Portugal com a peça "Society em baby-doll". Outro destaque foi "Como vencer na vida sem fazer força", trabalhando ao lado de Procópio Ferreira, Moacyr Franco e Berta Loran. Antes dos 20 anos já havia atuado com Bibi Ferreira (na montagem de "Minha Querida Lady", de 1962) e interpretado Carmen Miranda (na biografia de Lamartine Babo "O Teu Cabelo Não Nega", de 1963), papel que repetiria algumas vezes em sua carreira. Nessa mesma época participava de um programa semanal de balé na TV Tupi – onde seus pais costumavam trabalhar. Casou-se aos 16 anos, em 1959, com o ator Paulo Graça Mello – que a motivaria a mudar o nome para Marília Pêra da Graça Mello. O casamento durou pouco: a atriz já estava separada quando, em 1965, integrou o elenco que inauguraria a TV Globo, protagonizando as novelas Rosinha do Sobrado e Padre Tião, ambas de Moisés Weltman. Nos primórdios da emissora ainda atuou em A Moreninha, adaptação do romance de Joaquim Manuel de Macedo escrita por seu ex-sogro, Graça Mello, que era diretor da emissora. Marília Pêra casou-se pela primeira vez aos dezessete anos, com o músico Paulo Graça Mello, morto num acidente de carro em 1969. Aos dezoito, foi mãe do também ator Ricardo Graça Mello. Mais tarde, foi casada com o ator Paulo Villaça, seu parceiro em "Fala Baixo Senão Eu Grito", e com Nelson Motta, com quem teve as filhas Esperança e Nina. Era casada, desde 1998, com o economista carioca Bruno Faria. Marília era irmã da atriz Sandra Pêra, neta da atriz Antônia Marzullo e sobrinha do ator Abel Pêra. No teatro, sua carreira ganhou fôlego no fim da década de 1960, quando esteve, entre outras, em "Se Correr o Bicho Pega", de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar, "A Ópera dos Três Vinténs", de Bertold Brecht e Kurt Weill, "A Megera Domada", de William Shakespeare, "O Barbeiro de Sevilha", de Beaumarchais, e "Roda Viva", de Chico Buarque. A volta à Globo se deu em 1971, a convite de Daniel Filho, para contracenar com Francisco Cuoco na novela "O Cafona" – quando interpretou Shirley Sexy, personagem que lhe deu grande popularidade. Um pouquinho antes, em 1968, ela fizera "Beto Rockfeller", na TV Tupi, novela que é considerada um marco da teledramaturgia brasileira. A famosa atriz emendaria dezenas de produções nas décadas seguintes, interpretando da taxista Noeli, da novela "Bandeira 2" (1971), de Dias Gomes, à interesseira Milu, de "Cobras & Lagartos" (2006), de João Emanuel Carneiro. No cinema Marília Pêra estreou em 1968, pelas mãos do diretor Eduardo Coutinho, que a escalou para fazer "O Homem que Roubou o Mundo".